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02/09/10

ESTUDO SOBRE CRIAÇÃO DE FILHOS

Criação de Filhos

1. A Responsabilidade dos Pais

Nossos filhos não são nossos, são herança do Senhor. O que eles serão para Deus no futuro depende diretamente do modo como os conduzimos agora (Pv 22.6; 2 Tm 3.14,15). A responsabilidade é nossa.

A nossa vida familiar afeta o testemunho da igreja de Deus no mundo (At 2.46-47; Rm 2.24). Por isso, devemos aceitar as intervenções e correções da igreja, também nesta área.

É a partir do coração que iremos definir todas as nossas ações (Pv 4.23). Se errarmos no coração todas as nossas ações serão reprovadas (Hb3.10). Com que atitude de coração devemos criar e educar os nossos filhos?

Nosso coração deve ser como o de Ana quando pedia um filho ao Senhor: “Dá-me um filho, Senhor, e eu lho darei de volta!” (1Sm. 1.11). Com esta disposição de coração Ana entregou seu filho nas mãos de Deus

Abraão e Eli foram homens a quem Deus fez promessas e aos quais confiou a sua obra. Mas estas promessas estavam condicionadas a criação dos seus filhos. É impressionante ver como a obediência de Abraão garantiu o cumprimento da promessa e trouxe bênçãos e como a negligência de Eli anulou a promessa e trouxe maldição. Vejamos cada um deles.

Abraão

“…visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra? Porque eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor e pratiquem a justiça e o juízo; para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que tem falado a seu respeito.” Gn 18:18-19

Deus só poderia abençoar as famílias da terra a partir de uma família que temesse ao Seu nome e amasse a Sua vontade de coração.

Nós conhecemos a submissão e a fé de Abraão e como ele entregou seu único filho ao Senhor. Em Gn 22.1-12 é revelado um pai que criava seu filho como se fosse de Deus, para Deus. Mostra como a submissão do pai produziu uma submissão perfeita no filho. A submissão de Isaque não foi fruto do acaso, mas da aplicação criteriosa e perseverante dos princípios de Deus para a criação dos filhos. “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe... Corrige o teu filho, e te dará descanso, dará delícias à tua alma” (Pv2915,17). Os princípios de Deus não são uma loteria.

O jovem Isaque não recebeu nenhuma palavra de Deus mas deixou-se conduzir por seu velho Pai em total obediência mesmo sabendo que lhe custaria a própria vida (Gn 22. 4-. Este tipo de submissão não é um milagre e não acontece por acaso - é fruto direto da criação recebida. Abraão honrou a Deus com seu filho. Aleluia!

Eli

A Eli Deus também prometera que estabeleceria para sempre a sua casa (1Sm 2.28, 30) para que O servisse como sacerdotes sobre Seu povo. Todavia Eli pecou não ordenando seus filhos (1Sm 2:12-17, 22). “Porque já lhe disse que julgarei a sua casa para sempre, pela iniqüidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele os não repreendeu.” (1Sm 3.13).

Eli cometeu três erros. Primeiro, não era um pai presente: ouvia falar (1Sm.2:22 ). Segundo, disciplinou seus filhos ao seu modo (1Sm. 2:23-24) e não segundo os princípios do Senhor. E, terceiro, formou um excelente discípulo, Samuel, e não formou os filhos. Eli honrou mais aos seus filhos do que a Deus. Que lástima!

Devemos nos perguntar se quando disciplinamos nossos filhos, o fazemos de todo o coração, em fé, amor e no temor do Senhor, ou arranjamos um “jeitinho” de aliviar a nossa consciência, cumprindo alguns procedimentos? A quem temos imitado? Abraão e Ana que entregaram seus filhos ao Senhor ou Eli que honrou mais a seus filhos que a Deus?

2. A natureza da criança e a tarefa dos pais

Todos os homens nascem descendentes de Adão. Por isso nossos filhos, desde pequeninos não se inclinam para o bem, “…porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice…” (Gn 8.21b – IPB).

A Palavra nos diz que “A estultícia está ligada ao coração da criança ...” (Pv 22.15). Com toda a inocência das crianças, elas serão egoístas, mentirão, desobedecerão aos seus pais e praticarão todo tipo de mal.

Por isso devemos ensiná-las, formá-las e discipliná-las (Sl 51.5; Pv 22.15; Rm 5.12).

Como criar filhos? O que significa amar aos filhos? Podemos definir o trabalho de criar os filhos em quatro tarefas fundamentais: Exemplo, Instrução, Disciplina e Carinho e Atenção.

Criar Filhos = Exemplo + Instrução + Disciplina + Carinho e Atenção

3. Exemplo (Mt 7.28-29; 23.2-3)

Os filhos aprendem tudo com o comportamento de seus pais. Ensinamos mais com o exemplo do que com palavras, ordens ou ameaças. O exemplo é a base fundamental para formação do caráter dos filhos. Eles procuram imitar seus pais no que dizem e no que fazem.

Não adianta os pais dizerem: “faça o que eu digo mas não faça o que eu faço”. Esta frase é tola e incoerente. Ensino e cobrança sem exemplo geram no coração dos filhos confusão e revolta.

Por exemplo, não adianta os pais cobrarem de seus filhos que eles dêem graças por tudo, se os próprios pais reclamam a toda hora da vida, do calor, da comida e do governo. Os filhos imitarão aos pais. Principalmente os defeitos.

4. Instrução (Pv 22.6; Dt 6.6-9)

“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele.” Pv 22.6.

Enquanto o exemplo é a base fundamental para a formação da vida dos filhos, a instrução direciona e ordena essa formação. Instruir significa: ensinar, doutrinar, formar, capacitar, comunicar. As crianças não aprendem somente por ver e imitar, elas necessitam ser instruídas em todos os aspectos da vida.

Nossos filhos são bombardeados todos os dias com uma imensa variedade de informações e influências mundanas e pecaminosas. Somos, literalmente, catequizados por um sistema de mentiras “antideus”, nas salas de aula, nas conversas com colegas, nas músicas, na TV, nas revistas, nos livros, etc. Temos que livrar nossos filhos do engano.

Devemos ter encontros durante a semana com nossos filhos para falarmos do Senhor, e ensinar-lhes a verdade. Instruí-los com a palavra, contar-lhes histórias e aconselhá-los. E isto ainda não é suficiente. Também temos que ensiná-los sempre, o dia todo, em todo lugar. Não podemos perder nenhuma oportunidade. É indispensável praticarmos o que está ordenado em Dt 6.4-9.

Temos que saber bem o que ensinar. Não podemos ficar perdidos. Não há tempo a perder. Formamos filhos para Deus, a Seu serviço neste mundo. Por isso é necessário ter um plano claro de ensino, sem deixar de fora nada importante. Devemos ensinar nossos filhos nas seguintes áreas:

A. Relação pessoal com Deus:

Ensinar a fé e a confiança em Deus. O amor a Deus. A submissão e obediência à palavra de Deus. Oração e dependência de Deus em tudo.(Orar quando se machuca, quando precisa de alguma roupa, sapato ou brinquedo, etc). Ensinar a dar graças por tudo.

Falar da pessoa e obra de Jesus (Sl 78.3-4). Ensinar a respeito do amor de Deus, do Seu poder, do perdão e da vida que recebemos por meio da morte e ressurreição de Cristo.

B. Caráter:

Ensinar a não ser orgulhoso, a nunca mentir, nem ser egoísta, nem medroso, nem preguiçoso, a ser manso, submisso às autoridades, a ser humilde, verdadeiro, generoso, corajoso, responsável, trabalhador, estudioso, organizado, cuidadoso no falar, honesto, justo, perdoador, puro no trato com o sexo. A ter uma boa auto-estima (não ser presunçoso nem complexado), ter domínio próprio, usar bem o tempo e profissionalizar-se.

C. Relacionamento com as pessoas:

Ensinar a amar ao próximo, a servir, a ter compaixão, a ser amável, gentil, a cumprimentar as pessoas, a respeitar aos outros, em especial os mais velhos e deficientes, a tratar bem a todos e não fazer acepção de pessoas, a ser simpático, a fazer amizades, a honrar aos outros, a elogiar, a se alegrar com os que se alegram, e chorar com os que choram, a se alegrar quando os outros são honrados e presenteados, a saber sofrer a injustiça, a ser educado, pedir licença, pedir perdão e por favor.

D. Higiene e hábitos:

Ensinar a ter uma boa alimentação, a comer de tudo, educadamente, a ser higiênico, a escovar os dentes, a tomar banho, a cuidar da limpeza, a não sujar o chão, a cuidar e organizar as suas coisas (brinquedos, livros e roupas), a se vestir com decência e sem vaidade.

5. Disciplina

Ef 6.4; Pv 3.12; 13.24; 19.18; 20.30; 22.15; 23.13,14; 29.15-17.

“Não retires da criança a disciplina pois se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.” Pv 23.13-14

“O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que ama, cedo o disciplina.” Pv 13.24.

A relação de uma criança com Cristo prospera na medida em que obedece a seus pais. Jesus Cristo vive e trabalha na vida de um filho obediente. A obediência não é opcional nem se limita ao que o filho considera justo. A obediência deve ser a tudo. A autoridade dos pais foi dada por Deus.

O maior problema no ser humano é a rebelião contra a autoridade legítima. Os pais não devem permitir rebelião em seu lar. É responsabilidade dos pais livrar seus filhos de atitudes de rebelião.

A. Conseqüências da falta de disciplina

§ Traz juízo de Deus. 1Sm 2.22-23; 3.13-14. O caso de Eli. Deus cobra dos pais a omissão da disciplina.

§ Traz sofrimento, perdição e morte para a criança. Pv 23.13-14.

§ Traz vergonha para os pais. Pv 29.15.

§ Provoca ira e mau comportamento nos pais e nos filhos Ef 6.4. O pai ou mãe que grita com seus filhos é um pai que já está cansado pela desobediência deles e não aplicou a disciplina quando os filhos necessitavam.

B. Quando Disciplinar?

1) O filho deve ser disciplinado sempre que desobedecer a uma instrução ou ordem dada.

A vara não deve ser usada apenas depois de várias desobediências. Nem só depois de uma insistência em não obedecer. Deve ser usada em cada desobediência. A vara não é a última providência, quando os gritos e as ameaças já não resolvem mais. A criança deve aprender a obedecer a todas as ordens na primeira palavra de seus pais, sem os pais terem que gritar, e sem a criança reclamar. Podemos ensinar nossos filhos a obedecer na primeira ordem, ou só na segunda ordem, ou só gritando, ou nunca. Se na primeira ordem desobedecida eles forem disciplinados, aprenderão a obedecer a primeira ordem.

2) O filho deve ser disciplinado sempre que tiver atitudes erradas de rebeldia.

As atitudes de rebeldia também devem ser disciplinadas: “manha”, “birra”, “esperneada”, caras de protesto, “bicos”, murmuração contra as ordens dos pais, desrespeitos, respostas desaforadas, alteração da voz com os pais e insistência.

C. Como Disciplinar

1) Com a vara

Os textos acima mencionam o termo vara repetidamente. Podemos usar uma simples varinha de árvore ou mesmo um objeto de couro. O uso das mãos ou de objetos de uso pessoal foge do princípio e dos objetivos. As mãos servem para acariciar, proteger e abençoar. Mas a vara de uso exclusivo representa um instrumento de correção e disciplina.

2) Imediatamente

A disciplina deve ser administrada imediatamente após a ofensa ou desobediência. Não se deve adiar. A formação de nossos filhos é mais importante do que qualquer trabalho doméstico. A disciplina somente deve ser adiada, quando não estivermos em casa, e o local onde estivermos for inconveniente.

“Visto como se não executa logo a sentença sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto a praticar o mal.” (Ec 8.11).

3) Sem ira (Tg 1.20)

A disciplina aplicada com ira não será uma expressão correta do amor dos pais. É necessário acalmar-se antes de aplicar qualquer disciplina. A disciplina tem como objetivo corrigir a criança e não descarregar sobre elas nossos desagrados.

4) Com dor. Pv 19.18; 20.30.

A disciplina sem dor não produz efeito. Não é disciplina.

5) No “bumbum”

A única região do corpo adequada para aplicar a disciplina são as nádegas, por ser uma região carnosa e sem nenhum orgão vital.

6) Em particular.

O objetivo é corrigir, e não humilhar ou ridicularizar a criança publicamente.

7) Sem gritaria da criança

A criança deve aceitar e submeter-se à disciplina. Deve apenas chorar, não gritar, nem espernear, nem fugir ou protestar.

8) Sem mágoas ou ameaças dos pais

Os pais não devem proferir expressões de amargura, ressentimento, ou inimizade contra os seus filhos. O amor dos pais não muda com as circunstâncias. O perdão dos pais deve ser garantido.

9) Com unanimidade

Os pais têm que mostrar unanimidade na disciplina. A mulher deve ter o cuidado para não contradizer a seu marido, e o homem deve apoiar a sua esposa, especialmente na presença dos filhos.

10) Proporcional à ofensa

Existem ofensas de gravidade diferente. Uma desobediência a uma ordem antiga, que foi esquecida, deve ser disciplinada com menor rigor do que uma resistência “cara a cara”. Também deve haver grande rigor para a mentira e a ocultação de erros.

D. Passos a serem dados ao disciplinar

A disciplina correta deve seguir um processo que inclua:

1) Explicação: a criança deve saber o porquê da disciplina.

2) Aplicação da Vara: proporcional à ofensa.

3) Oração: a criança deve confessar seu pecado e saber da limpeza do seu coração que vem pelo sangue de Cristo.

4) Perdão: ela deve saber que a partir daquela hora não há mais culpa pelo ocorrido, e que ela é amada pelos seus pais.

5) Reconciliação: isso significa reparar ofensas, pedir perdão, restituir coisa roubadas e restaurar amizades rompidas.

6. Carinho e Atenção

Ser exemplo, dar instrução e disciplinar, são expressões de amor que muitas vezes não são compreendidas ou consideradas por nossos filhos como provas de nosso amor. Nossos filhos têm sentimentos e carências afetivas. É necessário que se some a todas essas ações, muito carinho.

Carinho é afeto, meiguice, doçura, atenção e cuidado. São maneiras de tratamento que expressam sensibilidade para com aqueles a quem amamos. Nossos filhos percebem quando somos sensíveis a eles e às suas necessidades.

Existem algumas práticas que todos os pais devem ter:

A. Dar tempo e atenção

Os filhos são prioridade em nossa vida. São o ministério mais importante dos pais. Nossos filhos devem saber do valor que eles tem para nós, e do prazer que eles nos dão.

Alguns pais preocupam-se apenas em dar sustento, casa, comida, estudo, roupas, saúde e presentes. E acham que já estão cumprindo o seu papel de pais.

Os filhos não querem as coisas que os pais podem lhes dar. Eles necessitam dos próprios pais. Os pais não são substituídos por presentes, creches ou babás.

Quando são pequenos, os filhos tem muito desejo de relacionamento com os pais. Mas, se os pais não estiverem presentes, eles serão supridos por outras pessoas. E, quando forem grandes, poderão não gostar tanto de estar com seus pais.

B. Dar ouvidos

Os pais devem dedicar tempo e paciência a ouvir seus filhos. Ouvir suas longas histórias. Ouvir suas descobertas. Ouvir o que ele sente. Ouvir o que ele conversa com seus colegas na escola. Ouvir as suas muitas perguntas. Enfim os pais devem conquistar uma abertura total dos filhos, ao ponto de que eles contem toda a vida deles.

C. Fazer declarações de amor

Esta é uma prática muito simples, mas muito importante. Dizer aos nossos filhos o quanto os amamos. Expressões como: “Eu amo você”, “você é muito importante para mim”, “sou grato a Deus por sua vida”, “você é um presente de Deus para nós”, são simples e produzem grande fruto. Podemos telefonar para casa só para falar com eles, mandar cartões, telegramas. Todos gostamos de saber que somos amados.

D. Dar beijos, abraços e gestos carinhosos

As palavras muitas vezes não conseguem expressar tudo. É preciso gestos! Um abraço, uma carícia, passar a mão pela cabeça, segurar as mãos com carinho, beijar, carregar nos braços, carregar nas costas, rolar pelo chão, correr juntos, brincar de pega-pega e esconde-esconde. Estas coisas podem ser expressões mais fortes que as palavras, mesmo para os filhos maiores.

E. Dar elogios e palavras de encorajamento

Os pais devem elogiar seus filhos quando fazem algo bem ou quando, pelo menos, tentam fazer bem. Não devem apenas criticar e reclamar quando eles erram.

Muitas vezes, um elogio ajuda tanto quanto uma repreensão. Os elogios ajudam a formar corretamente o caráter de nossos filhos. Elogios também rompem complexos de inferioridade.

F. Dar presentes criativos

Hoje em dia é muito comum comprar brinquedos industrializados e caros. Os pais perderam muito a sua criatividade. Presentes criativos, feitos pelos próprios pais (carrinhos de sucata, pipas, barracas, aviões, cavalinhos, etc…) têm um valor muito maior. As crianças gostam, se sentem amadas.

É comum também só se dar presentes em datas especiais e não por significados especiais. Devemos presentear nossos filhos fora das datas, com coisas simples, apenas para expressar nosso amor. Cuidado para não querer trocar o carinho por presentes caros. O carinho é insubstituível!

G. Brincar

Mesmo que nossos filhos tenham muitos amigos, nenhuma brincadeira se compara a brincar com seu pai ou sua mãe. Temos que ter tempo para sentar no chão e brincar com nossos filhos. Correr, jogar, contar história, enfim brincar do que eles gostam. Com os filhos de todas as idades.

H. Sair Juntos

Sempre que possível, devemos levar nossos filhos conosco, quando sairmos. Eles devem andar conosco. Devem nos conhecer, ver nosso comportamento, ver nosso trabalho, ver nosso relacionamento com as pessoas. Eles não são um incômodo em nossa vida. São nosso bem mais precioso na terra.

Um comentário:

  1. ESTE ESTUDO É DE AUTORIA DOS IRMÃOS DA IGREJA NO BRASIL, PUBLICADA EM APOSTILAS E DIVULGADA ATRAVÉS DE SITES DA IGREJA

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